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Juliana Souto Maior
Autora

"Um espírito livre limitado pela aparência deste corpo"

Juliana Souto Maior

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"Fotografia analógica em tons suaves, mostrando o instante capturado sem edições, representando vulnerabilidade e autenticidade." 1

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julianamaior

julianamaior

escritora
junto umas letras e tiro umas fotos 📸
🕉️✨🌿💫

completo hoje 8 anos vivendo em Portugal, anos de completo hoje 8 anos vivendo em Portugal,
anos de profundas transformações, evoluções e crescimento. 
meu coração é só gratidão por essa terra que tão bem me acolheu. seguimos! 🫶🏼✨🇵🇹
(algumas fotos aleatórias desses anos)
dias frios de inverno, leveza e liberdade de ser q dias frios de inverno,
leveza e liberdade de ser que há muito não sentia
🌿💫
Mylo completa 15 anos hoje… 15 anos que estamos ne Mylo completa 15 anos hoje… 15 anos que estamos nessa caminhada juntos, e confesso que me escapam algumas memórias da nossa vida em comum.

Ontem, estive puxando pela memória e me forcei a lembrar de 15 curiosidades/fatos da vida dele:

• ele é cheio de manias desde pequeno, mas são fases e elas vão mudando (ex.: comer com uma bola dentro do comedouro, correr pela casa toda antes de começar a comer, fechar a porta do quarto ou do banheiro para chamar a minha atenção, etc.)
• uma vez, quando o gato da Nina fugiu, ele ficou a latir para ela até que percebesse que o gato não estava lá
• no primeiro passeio de rua da vida dele, meu pai estava conosco, e Mylo fez xixi na perna do meu pai
• ele foi escolhido entre os cinco da ninhada porque estava com o linguão de fora
• meu pai me deu ele de presente
• ele se chama Mylo por causa do cachorro do filme O Máskara
• já viajou três vezes de avião e se comportou muito bem
• andou na neve aqui em Portugal
• visitou o Porto, Algarve, Costa Vicentina, Viseu, Vale do Douro (Lamego), Alentejo, Coimbra, etc.
• ele está paraplégico há nove anos
• Mylo é muito bonzinho, deixa eu fazer tudo, mesmo que não goste (banho, por exemplo)
• ele é simpático com todos e adora um carinho
• me espera na porta de casa todos os dias
• em casa, se porta como um guarda-costas, sempre atento ao que se passa
• ele come tão rápido que tive de comprar um comedouro com obstáculos para desacelerar
🍂✨ 🍂✨
Pisei em 2025 usando moletom, tênis e sem um pingo Pisei em 2025 usando moletom, tênis e sem um pingo de maquiagem, algo bastante incomum para mim. Eu estava em uma depressão tão profunda que nem me reconhecia.

Logo no começo do ano fui ao Brasil visitar a família e tentar resgatar a minha alegria. Foi maravilhoso estar perto dos meus e doloroso demais partir, mas foi nessa viagem que eu me rendi e resolvi pedir ajuda.

Comecei a me tratar: médicos, remédios, terapeuta, exames… Eu não entendia por que estava tão apática. Não sabia como sair disso e precisava descobrir. Foi um ano inteiro de reclusão, solitude e cura (e ainda está sendo). Dias e meses bastante desafiadores.

E não era só depressão: estou no caminho para a menopausa e sentindo muitos dos sintomas típicos das oscilações hormonais. Ninguém me explicou que funcionava assim… Por que até pouco tempo ninguém falava sobre essa fase da mulher? 

Enfim, estou descobrindo por mim mesma e posso dizer que não é nada aprazível.

A boa notícia de 2025 é que estou me reerguendo e melhorando dia após dia, com os medicamentos, os hormônios e o retorno da consciência de quem eu sou.

Eu poderia dizer que este ano não foi bom… Mas não seria justo. Ele foi necessário na minha vida. Apenas sobrevivi e poupei cada milímetro de energia que eu ainda tinha e isso foi muito importante.

Obrigada, 2025! 

2026, acho que seremos grandes amigos. ✨❤️‍🔥
meia estação 🍂🍁 meia estação 🍂🍁
uns dias de descanso e a felicidade de morar perto uns dias de descanso e a felicidade de morar perto do mar 🌊🩵✨
Quem vê carão e verão, não vê depressão. Não vê s Quem vê carão e verão, não vê depressão.

Não vê solidão, exaustão e menos ainda apatia.

Tem sempre alguém que diz “nossa, mas você parece tão bem!”

“Você está bem?” O que posso responder? Olha, tirando o fato de que é uma luta todos os dias para fazer as coisas básicas, de não sentir alegria, estou bem, não posso reclamar. Afinal eu tenho emprego, lugar para morar, saúde e blá blá blá.

Ninguém quer saber, tá tudo bem com um sorriso no rosto. Quem que ficar perto de alguém que não tem nada para oferecer, ao contrário?

A depressão é invisível aos olhos. A melhor definição para esse mal é a cena de Maid da protagonista sendo engolida pelo sofá, para um mundo paralelo e escuro onde ninguém te percebe. Lá o silencio acolhe e você pode ser livremente o que está sentindo, um nada.

Tive uma amiga que era a mais alegre e piadista do trabalho, ela sempre me colocava para cima. Até que um dia recebi um telefonema, ela tinha tirado a própria vida. Inacreditável.

Mas há sempre quem diga “você é forte, vai sair dessa”, “isso é só uma fase, vai passar”, ou outras tantas frases clichês. É assim mesmo que funciona, você tem certeza?

Enquanto isso, lá se vão quase dois anos (ou mais), vivendo com essa escuridão e sendo julgada das mais variadas formas.
Nada melhor para recuperar as energias do que peda Nada melhor para recuperar as energias do que pedalar numa cidade linda como Lisboa, num dia de sol. 🧡
Depois de muito tempo sem usar uma câmera analógic Depois de muito tempo sem usar uma câmera analógica, comprei uma descartável à prova d’água e mandei revelar.

Hesitei em postá-las. Achei que estava horrenda nessas fotos. Mas é o que é… No analógico não tem segundas chances: as coisas são o que são naquele instante.

Tenho me escondido, por vergonha e frustração. Amigos e família pouco sabem sobre mim e peço desculpa por isso.

Faltam 14 dias para o meu aniversário. Dizem que estou no inferno astral. Prefiro pensar que é tempo de recolher e digerir o caminho até aqui, curar o que precisa ser curado, recalcular a rota e cultivar energia para o novo ciclo.

Fases como essas são importantes, mas poucos entendem. Muitos acreditam que estou “perdendo tempo de vida” ao me recolher.

Nesse momento, não sinto que sou a melhor das mulheres. Mas estou trabalhando para transformar isso, dentro das inúmeras adversidades em que me encontro.

Para muitos, essas fotos são apenas fotos.

Para mim, é coragem: expor minha vulnerabilidade e aceitar a verdade do que sou feita.

Mais um passo na minha recuperação.
Como aproveitar o verão quando o corpo e a alma es Como aproveitar o verão quando o corpo e a alma estão no inverno?

Quando o momento é de hibernação, é preciso salvar energia, acumular gordura, a alma pede pausa, descanso, respiro.

Essa estação solar tão significativa para mim, este ano está em segunda prioridade — e foi doloroso aceitar isso. Aqui dentro da caverna, se vê ao longe a luz do sol, mas não é o que importa agora. A cura e a preservação ainda são mais urgentes do que a alegria contagiante de viver o externo.

Um momento ou outro permito-me receber a energia do sol e do sal na pele, mesmo que por poucas horas. Inalo a maresia, recebo o carinho da bruma do mar. E depois me retiro de volta ao meu porto seguro, minha casa, que me acolhe como afago de mãe.

Descobri que envelhecer é, mais do que nunca, respeitar o tempo, os ciclos e as mudanças. Meu corpo já não é o mesmo — e como é duro aceitar isso com amor! Já não me sinto tão confortável dentro de um biquíni. Os fios brancos às vezes me constrangem. As marcas no rosto me lembram que já não sou menina. Como se não bastasse, o corpo resolveu se rebelar, trazendo desconfortos diários.

Parece que um ciclo está encerrando. Perimenopausa, dizem alguns. Ainda estou por descobrir. Mas não quero me deixar abater.

O sol lá fora ainda me chama, e quando ele beija meu rosto e transforma meus olhos castanhos em verdes, sinto a vida pulsar em mim.

Em agosto, faço 44. E tenho pensado cada vez mais sobre essa travessia que chamam de perimenopausa. Talvez não seja só o corpo que muda — é a alma que vira maré. E eu, que sempre gostei do verão, começo a aprender a nadar em outras águas. 🌊

#perimenopausa #mulherdemaisde40 #verão2025
A trend é feita para casais, mas esse meu par é tã A trend é feita para casais, mas esse meu par é tão especial que não resisti.

Sonhei com o Mylo muito antes de conhecê-lo.
Primeiro veio o nome — por causa do cãozinho do filme O Máskara. Depois, em algum momento que já me escapa, decidi que queria um salsichinha preto, de focinho marrom (era assim que eu dizia).

Quando vi a primeira foto dele, ainda bebê entre os irmãos, com a língua de fora, eu chorei. Senti no coração que era ele.

Disse ao meu pai, naquela época, que ele seria minha companhia para sempre — porque me sentia muito sozinha onde vivia. E assim foi.

São 14 anos inseparáveis, de lambidas nas lágrimas, alegrias partilhadas, mudanças de cidade, estado e país. Ele sempre ao meu lado. E eu ao lado dele — principalmente quando mais precisou, quando ficou paraplégico.

Às vezes, alguém me pergunta na rua se eu “peguei ele assim” ou me parabeniza por não tê-lo sacrificado. É que muitos ainda não entendem o amor dos animais.

E o que o Mylo é para mim.
Meu companheiro de alma.
Meu amor.
🐾
Toda vez que eu mudava o rumo da minha vida, achav Toda vez que eu mudava o rumo da minha vida, achava que estava começando do zero. Foram muitos “começos”, mas hoje entendo: nunca foi do zero — foi sempre um caminho em construção.

Desde os 17, trabalho, estudo, busco. E mesmo quando me perdi (inclusive de mim mesma), algo dentro de mim seguia tentando florescer.

Há dois anos, o corpo pediu pausa. A alma, silêncio. A depressão chegou e, depois de resistir muito, eu pedi ajuda. E foi aí que comecei, de verdade, a voltar.

Hoje escrevo esse texto como quem deixa o coração respirar pela primeira vez em muito tempo. Não é um recomeço — é uma nova fase do meu projeto de vida.

🌿 O texto completo está no blog — link na bio.
“para você o que você gosta… diariamente” um pouco “para você o que você gosta… diariamente”
um pouco das pequenas coisas que me fazem vibrar:

1. Natureza
2. Movimento 
3. Livros 
4. Mylo
5. Café da manhã (Pequeno almoço)
6. Plantas
7. Música

*não necessariamente nessa ordem 🤍
botar a cara no sol ajuda 🌞🌊 botar a cara no sol ajuda 🌞🌊
São Paulo é controversa até para mim, paulistana d São Paulo é controversa até para mim, paulistana de nascimento e criação. Uma cidade que me infla de amor e também de cansaço pelas longas horas no trânsito, barulho e confusão de pessoas.

Estar de volta por alguns dias me deixou feliz e orgulhosa. Estar com os meus, me sentir em casa, receber afeto…

I ❤️ Sampa !
pequeno álbum de Inhotim, meu museu preferido da v pequeno álbum de Inhotim, meu museu preferido da vida 💚
família • Búzios • amor • sol • mar • Brasil 🔋 família • Búzios • amor • sol • mar • Brasil 🔋
três noites ao melhor estilo Rio 40°, praticamente três noites ao melhor estilo Rio 40°, praticamente uma visita de médico, para matar um pouco da saudade da cidade - que continua maravilhosa - e mostrar um pouco desse caos encantador para o meu portuga.

foram momentos de verão deliciosos com sol, sal, mar e boas lembranças de quando o meu código era 021.

rio maravicity, eu te amo ❤️
Há exatamente sete anos aterrizei em Potugal com o Há exatamente sete anos aterrizei em Potugal com o Mylo a tiracolo, pouco dinheiro, apenas um lugar provisório para ficar, sem grandes planos e quase zero expectativas. 

O motivo pelo qual eu entrei nessa aventura não recordo ao certo, apenas que a ideia inicial não era mudar em definitivo e sim conhecer uma nova cultura, vivenciar diferentes experiências. Totalmente maluca! (leia com acento de Fernanda Torres)

Nos primeiros dias eu estranhei um pouco e ainda sim fiquei admirada com a beleza da cidade mas, passados três meses, pensei seriamente em voltar para o Brasil. A vida do imigrante por definição não é fácil, sem ter um planejamento muito bom pode ser um completo desastre. Não demorou muito tive que pedir dinheiro emprestado para a minha mãe, precisei vender a minha câmera Nikon (essa da primeira foto) para pagar o aluguel do quarto e não tinha dinheiro para pegar transporte público. 

Dizem que o sofrimento nos deixa mais fortes e a minha decisão diante dessas dificuldades foi não desistir e seguir em frente. Ao olhar para trás, sinto um enorme orgulho do quanto eu fui/sou corajosa e forte, além de extremamente resiliente. E esse post é sobre isso e não só para celebrar esses 7 anos morando em terras lusitanas. É sempre bom lembrar que somos capazes, apesar das dificuldades. 

Eu sigo. Moída, mas não morta.

Um grande viva para essa minha vida portuguesa! 💫🇵🇹
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